Textos postados em março, 2012

BONS MOTIVOS PARA CONSUMIR PEIXE



30/03/2012

Ricos em proteínas, o peixe não é apenas um alimento nutritivo e saboroso. Seu consumo é recomendado pelos médicos pelo menos duas vezes por semana intercalando com outros tipos de carnes como, bovina, suína e aves. Mas, apesar da grande extensão do litoral brasileiro, a ingestão de peixes no Brasil ainda é muito pequena.

Para que a alimentação fique mais rica e nutritiva, deve ser incentivado o consumo de peixe visando a diminuição da ingestão de ácidos graxos saturados e o aumento de poliinsaturados ômega 3, vitaminas e minerais.

Os peixes são ricos em proteínas de alta qualidade

Por serem ricos em aminoácidos essenciais (substâncias não produzidas pelo nosso organismo), os peixes possuem proteínas com valor nutritivo ligeiramente superior às das carnes vermelhas (como as de boi e porco). Além disso, as proteínas dos peixes são de alta digestibilidade, favorecendo o processo de digestão.

A porcentagem de lipídeos (gorduras) da maioria dos peixes encontra-se entre 0,2 a 23,7%. Essa quantidade varia de acordo com a espécie, sexo, idade, tipo de alimentação, estação do ano (verão ou inverno) entre outros fatores. Assim, eles podem ser classificados em:

Baixo teor de gordura: menor que 2%

Médio teor de gordura: de 2 a 5%

Alto teor de gordura: acima de 5%

Os peixes de carne clara como, por exemplo, bacalhau, badejo, corvina, carpa, dourado, garoupa, linguado, pescada, apresentam menor quantidade de lipídeo que os de carne escura como, por exemplo, atum, anchova, arenque, bagre, cavala, sardinha, salmão, tainha.

Os peixes são ricos em ômega 3

O tipo de gordura predominante nos peixes é a poliinsaturada diferentemente das carnes vermelhas, as quais contêm uma alta proporção de gordura saturada. A do tipo saturada, quando consumida em grande quantidade, pode ser prejudicial para o coração.

Dentre as “famílias” de gordura poliinsaturada, destaca-se o ômega 3, devido aos grandes benefícios proporcionados à nossa saúde, como: diminuição dos riscos de doenças cardiovasculares e acidente vascular cerebral (derrame), redução da pressão arterial, ação anti-inflamatória, diminuição das taxas de triglicérides e colesterol total no sangue.

O ômega 3 está presente, em maior quantidade, nos peixes de águas salgadas e frias, como: atum, arenque, bacalhau, sardinha e salmão. Os de águas doces, também apresentam ômega 3, mas em quantidade muito inferior quando comparados aos primeiros.

Eles apresentam boas concentrações de vitaminas lipossolúveis (solúveis em gorduras), como A, E e, principalmente, D. Também são ricos em vitaminas hidrossolúveis (solúveis em água) como niacina - presente nas reações químicas de liberação de energia em nosso corpo - e ácido pantotênico - essencial no metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras.

Além disso, os peixes contêm vários minerais importantes como, sódio, potássio, magnésio, cálcio, ferro, fósforo, iodo, flúor, selênio, manganês e cobalto.

Outra grande vantagem dos peixes em relação às carnes de boi e porco é a facilidade em seu preparo: os frescos cozinham em pouquíssimo tempo e podem ser usados em diversas preparações, como: ao molho, empanado, assado, ensopado, cozido, grelhado, frito e até mesmo cru - desde que seja proveniente de um fornecedor que possua boas condições higiênico-sanitárias e seja de sua confiança.

Também podem ser adquiridos em conserva (enlatados), resfriados, congelados, salgados (bacalhau) e defumados (arenque, salmão ou truta).



O Espaço Nirvana, maior centro de bem-estar no Rio de Janeiro, fica localizado na Praça Santos Dumont, 31 Gávea Jockey Club do Rio de Janeiro. Entrada pela Rua Jardim Botânico Tribuna A. Telefone: (21) 21870100. Ao lado do Jardim Botânico e Lagoa, e pertinho do Leblon, Ipanema, Humaitá e Botafogo.
 

FIQUE ATENTA AOS PERIGOS DA GORDURA ABDOMINAL



28/03/2012

Sabe aqueles pneuzinhos que insistem em te incomodar e provocam desconforto na hora de usar roupas mais apertadas? Pois saiba que as desvantagens deles não se restringem à questão estética: a gordura abdominal provoca sérios problemas como colesterol e triglicérides altos, aterosclerose, diabete e hipertensão arterial.

Estudos mostram que a gordura concentrada no abdômen pode causar mais um problema: o câncer. Isso ocorre porque, nessa região do corpo, a gordura fabrica doses elevadas de hormônios como a testosterona e o estrogênio que, em excesso, favorecem o aparecimento de tumores. Além disso, pode provocar inflamações pelo corpo e modificar o DNA das células, que se tornam malignas.

A obesidade abdominal é perigosa porque está ligada ao desenvolvimento de vários fatores de risco ao coração, como níveis de colesterol, resistência à insulina, diabetes, síndrome metabólica, hipertensão e trombose.

O estilo de vida reforça essa tendência. A bebida e os petiscos do “happy hour”, a feijoada do sábado e o churrasco de domingo, somados ao sedentarismo e ao estresse, transformam-se em gordura localizada. Controlar a alimentação, dando preferência a verduras, frutas, legumes e cereais, é o primeiro passo para eliminar a barriga e não gerar outros problemas. Também é importante praticar atividades físicas. E não se pense que uma série de abdominais é a solução, pois essa atividade apenas promove o enrijecimento da musculatura do abdômen. Para queimar a gordura é necessário praticar exercícios aeróbicos, como caminhada, bicicleta ou corrida.

Para saber se a sua gordura abdominal é prejudicial a sua saúde, passe uma fita métrica em volta de sua barriga, na altura do umbigo, seguindo os seguintes passos:

- A medição deve ser feita com o tórax sem roupa.
- A fita métrica deve ser colocada na altura do umbigo.
- O abdômen deve estar relaxado e expirando. Não vale prender a respiração.

Quanto menor é sua circunferência da cintura, melhor. Para a América Latina os valores de referência são 80 centímetros para as mulheres e 94 para os homens.
O que fazer para reduzir a barriga:

- Não consumir alimentos industrializados, frituras, doces e biscoitos, pois estes são repletos de gorduras do “mal”.

- Passar a ingerir mais gorduras do “bem” como azeite extra-virgem na salada, castanhas, peixes gordurosos como salmão, sardinha, cavala (Óleos de peixe e linhaça, também são uma boa boa forma de acrescentar gorduras do bem no seu dia a dia)

- Trocar pães, arroz pelas versões integrais

- Ingerir sempre no almoço e jantar, salada de vegetais (se forem cozidos, que seja no vapor e al dente)

- Fazer atividade física pelo menos 4x na semana



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CAQUI: FRUTA DO OUTONO TRAZ INÚMEROS BENEFÍCIOS À SUA SAÚDE



26/03/2012

No outono ele empresta suas cores às prateleiras de supermercados e feiras. O caqui além de delicioso é rico em antioxidantes que ajudam a manter as células do organismo saudáveis, é fonte de vitaminas E e C e sais minerais como ferro, fósforo e cálcio. Seu consumo combate os radicais livres, moléculas que comprometem as células e podem desencadear um monte de problemas à sua saúde.

Pesquisas comprovam que a fruta reduz em até 90% os danos causados em tecidos celulares. Isso significa que, além de saboroso, o caqui é um aliado na prevenção de placas de gordura nas artérias e males como o câncer. O benefício só é possível graças a ingredientes como os carotenoides, os pigmentos que dão o tom avermelhado à fruta. Eles estimulam a comunicação entre as células e controlam a sua multiplicação. Como contém betacaroteno — que é o precursor da vitamina A —, afasta os problemas cardiovasculares, protege o sistema imunológico e preserva a saúde dos olhos.

Se por um lado o caqui docinho é uma tentação ao paladar dos fãs da fruta, não há como negar que, para alguns, ele fica difícil de engolir quando dá aquela sensação de língua travada. Os culpados por esse fenômeno nada agradável são os taninos, moléculas com forte poder adstringente. “Mas os caquis cheios dessa substância — como o pomelo, o rubi e o taubaté — podem ser submetidos a um processo chamado de destanização antes mesmo de amadurecerem”, conta Sérgio Massunaga, engenheiro agrônomo da Associação Paulista de Produtores de Caqui. “No caso, nós utilizamos álcool para suavizar essa sensação.” Aí, os caquis “que amarram” ficam mais palatáveis.

No entanto, antes de declarar seu ódio aos taninos, saiba que eles são capazes de botar o intestino em ordem e ainda — outra vez! — evitar a formação dos radicais livres por trás de várias doenças. Quer mais um motivo para aproveitar a temporada? “O caqui também é rico em fibras e vitamina C”, diz Luana Dalvi.

Para desfrutar de tantas virtudes, a recomendação é o consumo in natura, cru mesmo. “Em geral, carotenoides de frutas frescas são biodisponíveis, ou seja, mais bem aproveitados pelo organismo”, pontua Délia Rodriguez- Amaya, da Unicamp.

Como nenhum alimento é perfeito, o caqui tem lá sua desvantagem: a alta quantidade de glicose e frutose. “Comer uma unidade por dia é o suficiente para não exagerar”, orienta Luana. Essa porção deve ser acompanhada de uma dieta equilibrada, caprichada em outros vegetais. Portanto, nada de devorar uma caixa inteira do fruto. O excesso de açúcar pode transformar seu corpo em uma verdadeira festa do caqui — no mau sentido.

Essa delícia ainda auxilia o desenvolvimento ósseo, retarda o envelhecimento e vai deixar suas unhas e cabelos mais fortes e bonitos. Além disso, é fonte de licopeno, um fitoquímico com importante atuação na defesa do organismo, contribui para o bom funcionamento do intestino, por conter fibras, e atua como calmante, devido à alta concentração de açúcar e frutose, razão pela qual deve ser consumida moderadamente, em especial por diabéticos.

Delicado e com casca muito fina, o caqui precisa ser bem embalado para a venda. Na hora da compra, deve estar livre de rachaduras, firme e com a coloração uniforme. A recomendação é consumi-lo in natura, ou seja, cru. Mas você pode saboreá-lo na forma de suco. Este, porém, tem de ser bebido logo após o preparo. Do contrário, o sabor é alterado e perde-se parte das vitaminas.

Após a compra, caso o caqui esteja maduro, a recomendação é guardá-lo na geladeira entre três e cinco dias, no máximo. A conservação também pode ser feita em local fresco, desde que o consumo seja rápido. Se ainda estiver verde, deve ser mantido fora da geladeira para amadurecer.

É importante lavá-lo com delicadeza, um a um, esfregando com as mãos. Em seguida, deixá-lo imerso em solução clorada (hipoclorito de sódio, à venda em supermercados) por aproximadamente 20 minutos. Só lave quando seu consumo for imediato, pois pode azedar.

Conheça os tipos mais consumidos pelos brasileiros

Caqui Rama Forte - Coloração vermelha, polpa de consistência mole e gelatinosa;

Caqui Taubaté - Coloração vermelha, polpa de consistência mole;

Caqui Guiombo (tipo chocolate) - Alaranjado, de consistência firme e crocante;

Caqui Fuyu - Alaranjado e de consistência firme.

As propriedades

Em um caqui médio ou em 100 gramas

  • Calorias - 71 kcal
  • Fibras - 6,5 g
  • Cálcio - 18 mg /li>
  • Vitamina C - 29,6 mg
  • Potássio - 164 mg
  • Fósforo - 18 mg
  • Carboidrato - 19,3 g

Receitas nutritivas

O caqui também pode ser usado na preparação de doces e sobremesas. A seguir, confira algumas receitas.

Geleia de caqui

Ingredientes

  • 1 ½ kg de caqui maduro
  • 1 kg de açúcar
  • ½ limão
  • 1 copo de água

Modo de preparo

  1. Retire os cabos dos caquis e lave-os um a um.
  2. Descasque-os (basta puxar a casca com os dedos ou com a lâmina de uma faca).
  3. Passe por uma peneira e reserve.
  4. Leve a água e o açúcar ao fogo brando até dissolvê-lo.
  5. Acrescente a casca do limão.
  6. Retire a casca do limão e coloque a fruta.
  7. Cozinhe em fogo brando e mexa até engrossar.
  8. Quando esfriar, guarde em vidros previamente higienizados e secos e feche bem.

Panqueca doce de caqui

Ingredientes:

  • 3 ovos
  • 3 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • ¼ xícara (chá) de leite
  • 1 pitada de sal
  • 1 colher (sopa) de óleo

Modo de fazer:

  1. Bata os ovos inteiros.
  2. Junte o leite, a farina de trigo, o sal e o óleo.
  3. Frite pequenas quantidades da massa (1 xícara de café), dos dois lados, em uma frigideira apenas untada com manteiga.
  4. Recheie com a geleia de caqui e enrole.
  5. Salpique açúcar e canela a gosto.

Salada de frutas tropical

Ingredientes:

  • 2 caquis
  • 1 kiwi
  • 1 fatia de melão
  • 1 fatia de mamão formosa
  • 1 rodela de abacaxi
  • 10 uvas rosadas
  • Suco de uma laranja
  • 2 colheres de granola ou musli

Modo de Fazer:

  1. Pique todas as frutas e misture-as.
  2. Regue a salada de frutas com o suco de laranja.
  3. Acrescente a granola ou musli.

Shake de frutas

Ingredientes:

  • 2 copos de suco de laranja
  • 1 caqui
  • 3 ameixas secas

Modo de fazer:

  1. Deixe as ameixas de molho em água para amaciar.
  2. Retire os caroços.
  3. Bata tudo no liquidificador.
  4. Adoce a gosto.


O Espaço Nirvana, maior centro de bem-estar no Rio de Janeiro, fica localizado na Praça Santos Dumont, 31 Gávea Jockey Club do Rio de Janeiro. Entrada pela Rua Jardim Botânico Tribuna A. Telefone: (21) 21870100. Ao lado do Jardim Botânico e Lagoa, e pertinho do Leblon, Ipanema, Humaitá e Botafogo.
 

Nesta Páscoa dê um presente saudável e divertido para seu filho no Nirvana SPA.



26/03/2012



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LEITE VEGETAL: FEITO COM GRÃOS



21/03/2012

Para quem está acostumado com leite de vaca, os primeiros goles podem ser estranhos. Os leites vegetais feitos de arroz, aveia, castanhas, começam a aparecer cada vez mais nas prateleiras dos supermercados. Além da variação de sabor, eles são feitos com grãos ricos em fibras, ferro, minerais e proteínas. Vale a pena experimentar!

Por serem magros, eles superam o leite de vaca que, apesar de altamente protéico e rico em cálcio, é muito gorduroso. O conteúdo de ferro e a quantidade de fibras são outras vantagens dos vegetais.

Já os que misturam cereais e sementes contêm zinco, fundamental para a defesa do organismo, e proteínas vegetais ricas em gorduras boas. Os de cereais, como arroz, ainda somam fibras solúveis às suas fórmulas. E os de aveia fornecem fibras solúveis, que atuam no controle do colesterol.

Para quem não está acostumado, é melhor começar pelos leites mais saborosos, aqueles feitos de aveia ou de arroz com avelã. Vale ainda misturá-los com granola, bater com frutas ou ainda usá-los nas receitas do dia a dia no lugar do leite de vaca.

A mistura permite reunir as qualidades nutricionais de várias fontes. Grãos em geral contêm zinco, fundamental para as defesas do organismo. As sementes se destacam por serem fontes de proteínas vegetais e pelo conteúdo de gorduras boas. Cereais, como o arroz, somam às fórmulas mais fibras insolúveis. A aveia fornece fibras solúveis, que atuam no controle do colesterol.

Muito utilizado por quem tem intolerância a lactose, os leites vegetais são mais nutritivos e funcionais.

Faça em Casa:

Leite de Arroz

  2 xícaras de arroz, qualquer tipo, sem lavar

  10 xícaras de água mineral ou 2 litros e meio

  1/2 colher das de chá de sal

  Metade de uma fava de baunilha

Modo de fazer

1º Leve ao fogo a água com o arroz, o sal e a metade da fava de baunilha cortada ao meio, por 15 minutos, não mais que isso.

2º Passe o arroz com a água do cozimento pelo liquidificador, utilizando o modo pulsar em três pulsadas rápidas para apenas quebrar os grãos sem formar uma papa. Se você esperar o arroz esfriar ele cozinhará mais e absorverá mais água e mesmo produzindo o leite da forma descrita, ele ficará bem grosso.

3º Peneire mexendo delicadamente no arroz apenas para sair o líquido. Está pronto para ser utilizado.

Repare que na foto o leite da jarra é mais tranlúcido. Este é o leite de arroz puro. O do copo está misturado com leite de amêndoas e fica um branco mais leitoso.

Nota:

Adicionando cálcio

Você pode adicionar cálcio ao leite misturando uma colher de chá de pó de casca de ovo ou cálcio de ostras em pó, encontrados em boas lojas de produtos naturais. Se misturá-lo a um pouco de leite de avelãs ele já estará enriquecido de cálcio, pois as avelãs são ricas em cálcio, mais até do que o leite de vaca.

Adicionando ômega 3

Para fazer um leite enriquecido com ômegas, adicione 1 colher das de sopa de óleo de linhaça, ou de nozes, ou de canola prensados à frio e depois de pronto. Estes óleos não são os óleos de cozinha encontrados em supermercados. São vendidos em lojas de produtos naturais em pequenas garrafas de vidro.



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FRITURAS MAIS SAUDÁVEIS



19/03/2012

Além de acrescentar muitas calorias ao prato, alimentos fritos podem fazer mal a sua saúde pelo excesso de gordura insaturada. Mas se você não consegue resistir existem algumas maneiras de deixar essas frituras um pouco menos nocivas.

Durante o processo de fritura, os óleos são continuamente expostos a fatores que levam a um grande número de reações químicas. Há desde a transformação das moléculas de ácido graxo até alterações de aroma e sabor. Se o óleo for reaproveitado e permanecer horas sob altas temperaturas, pode ocorrer a formação de gorduras trans. Além disso, o aquecimento exagerado favorece a perda de ômegas, e a maioria dos tipos usados na cozinha contêm ômegas 3 e 6, gorduras do bem e essenciais para o nosso organismo, que acabam sendo desperdiçadas.

Prejudicial para a saúde a melhor opção é trocar as frituras por grelhados. No entanto, ainda são poucas as pessoas que deixaram a fritura de lado e passaram a substituí-las pelos grelhados principalmente devido à facilidade, fritar é muito mais rápido e pratico para preparar um alimento.

Para algumas pessoas é impossível deixar de consumir alimentos saborosos e irresistíveis, como por exemplo, a batata frita. No entanto, se você está realmente em busca de uma vida mais saudável é necessário reduzir a fritura no seu cardápio e acrescentar alimentos grelhados. Quer alguns motivos para que você faça esta troca sem culpa e até mesmo com maior estímulo? O primeiro fator é a gordura da fritura, a qual prejudica o nosso organismo, enquanto os grelhados oferecem apenas vantagens  para o nosso organismo, como a preservação dos nutrientes do alimento e não há a absorção da gordura, algo que acontece com os alimentos fritos. Além disso, nas frituras, os alimentos já possuem certa quantidade de calorias e juntamente com o óleo, passam a ter um valor calórico extra, o que pode fazer com que os quilinhos indesejados comecem a aparecer e fazer com que os ponteiros do nível do mau colesterol comecem a subir.

Quando um alimento é colocado no óleo em certa temperatura fica desidratado perdendo nutrientes, o quê não acontece com os alimentos grelhados. Existe uma grande diversidade de alimentos para compor uma dieta mais saudável e balanceada, como por exemplo, frango e peixes, os quais devem ser cortados finos, sendo que para prepará-los, basta dar uma pincelada de óleo ou de azeite de oliva para evitar o ressecamento. Quando bem preparados, os alimentos além de se tornarem mais saudáveis e menos calóricos, também podem se tornar mais saborosos e suculentos, como é o caso da carne, sendo que para o preparo de bifes, por exemplo, é indicado pelo menos com dois centímetros de altura, pois quando muito finos podem passar do ponto e enquanto grosso, podem ficar mal passados.

No entanto, saiba que não é necessário riscar de vez a fritura de seu cardápio, principalmente as delícias que este tipo de preparo oferece, mas é indicado que você modere a ingestão de alimentos através da fritura. Desta forma, fique atento quanto à quantidade e a forma que você ingere alimentos fritos. De acordo com especialistas, as frituras podem fazer parte de nossa dieta no máximo uma vez por semana, principalmente se você deseja controlar o peso e manter a saúde

Para tentar reduzir parte desses malefícios, segue algumas dicas: 

Invista nos óleos mais saudáveis - Os óleos vegetais são unanimidade entre os nutricionistas. Eles naturalmente não tem godura saturada. O de canola possui uma das maiores quantidades de ômega 3 – ácido graxo essencial que protege os vasos sanguíneos – dentre os óleos. O de soja conta com ômega 6, assim como o óleo de milho. Já o óleo de girassol e o azeite de oliva, não aumentam o risco de problemas cardíacos quando utilizados em frituras.

Mantenha o óleo na temperatura ideal - Não basta escolher bem o óleo se durante o processo ele chegar a temperaturas altas demais. O ideal é que seja aquecido o mínimo possível e por pouco tempo.

Fuja do ponto de fumaça – Além de perder importantes nutrientes para o organismo, o óleo superaquecido traz malefícios à saúde. O calor em excesso estraga a estrutura química da molécula de gordura, produzindo uma substância potencialmente cancerígena chamada acroleína. Nesse ponto, ele libera muita fumaça e um cheiro desagradável. Além disso, o alimento fica com excessso de óleo absorvido e pode ficar com o centro cru, por ser rapidamente esquentado nas partes externas.

Saiba em qual temperatura cada óleo alcança o ponto de fumaça:

Óleo de girassol e soja: 227 a 232º C

Óleo de canola: 224 a 230º C

Óleo de milho: 204 a 231º C

Azeite de oliva: 210 a 238º C

Nunca reutilize o óleo – Quanto mais reutilizado, menos o óleo suportará altas temperaturas, chegando mais facilmente ao ponto de fumaça. As gorduras presentes nele se tornarão cada vez mais saturadas, ou seja, mais prejudiciais à saúde do seu coração. A reutilização do óleo também leva à maior produção de acroleína.

Use a frigideira certa – Até mesmo o recipiente utilizado para a fritura influencia na qualidade. A frigideira deve ser de materiais resistentes e quimicamente inertes, ou seja, que não contaminem os alimentos ou facilitem a oxidação do óleo. Entre as frigideiras de materiais voláteis e que precisam de atenção, estão aquelas feitas de cobre ou ferro. Segundo a Anvisa, esses recipientes devem ser descartados quando ficam danificados – ou seja, riscados, amassados ou descascados.

Frite poucas unidades ao mesmo tempo – Quando colocamos uma grande quantidade de alimentos na frigideira, a temperatura do óleo diminui. Essa queda de temperatura faz com que o alimento fique mais encharcado. Para evitar que isso aconteça, frite poucas unidades ao mesmo tempo.

Corte os alimentos em pedaços maiores – Quando cortamos um alimento em pedacinhos bem pequenos, ele fica mais crocante depois da fritura, mas isso só acontece porque ele absorveu ainda mais óleo. Quanto mais grosso você cortar, menos gordura ele irá absorver.

Seque o alimento – Depois da fritura, os nutricionistas aconselham que o alimento seja colocado em um papel toalha, para absorver o execso de óleo.



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O mal da retenção de líquido



14/03/2012

Barriga estufada, rosto cheinho, seios aumentados, pés inchados. Todos esses são sintomas da retenção de líquido, que é o acúmulo excessivo e anormal de água entre as células do organismo, que posteriormente é eliminada pela urina. Por meio desse acúmulo, uma pessoa pode adquirir aproximadamente 2 kg durante um só dia. Existem casos em que a retenção de líquidos ocorre em períodos nos quais há alterações metabólicas como na TPM, na menstruação e na gravidez e casos em que ela ocorre por fatores internos que necessitam de auxílio médico, medicação e dieta para que haja sua eliminação.

A retenção de líquidos também pode ser um sintoma de problemas como insuficiência vascular, hipotireoidismo, hipertensão arterial, mau funcionamento dos rins, fígado e coração, processos inflamatórios, deficiência na circulação sanguínea, grande concentração de sódio no organismo e alterações hormonais e emocionais.

Para detectar a retenção de líquidos, basta observar as mãos, os pés, a barriga, as pernas e as proximidades do tornozelo. Se essas regiões persistirem inchadas por muito tempo é necessário buscar ajuda médica, principalmente se tais inchaços ocorrerem fora do período de gravidez e menstruação. Por questões hormonais, a mulher é mais propensa a reter líquidos do que o homem.

Para evitar a retenção de líquido, há uma série de coisas que podem ser feitas. Prestar atenção na alimentação é fundamental. Se você come poucas hortaliças e frutas, acrescente esses alimentos no seu cardápio. Eles facilitam e prolongam a digestão, melhorando a absorção de minerais que evitam a retenção. Além disso, corte ou diminua a ingestão de líquidos durante as refeições.

Para amenizar a retenção de líquidos é necessário praticar exercícios físicos, alimentar-se de alimentos naturais, utilizar pouca quantidade de sal, aumentar a ingestão de líquidos, diminuir a utilização de sapatos altos e apertados e, ainda, se permitido pelo médico, aderir a massagens e drenagem linfática.

Como evitar o inchaço

· Beba muita água: tomar água estimula os rins, melhora a circulação e elimina as toxinas.

· Hidrate seu corpo: cosméticos relaxantes ativam a circulação. Use os que têm cânfora e mentol.

· Faça exercícios: praticar esportes faz bem à circulação do sangue e ajuda a controlar o peso.

· Diminua o sal nas refeições: primeiro, tire o saleiro de cima da mesa - ele é um convite ao excesso. Depois, reduza a quantidade de sal usada no preparo das receitas.

· Use meias elásticas: elas facilitam a drenagem.

. Tome chás diuréticos, como os de hortelã e cavalinha.

. Evite alimentos que fermentam e provocam gases, como repolho, couve, couve-flor e batata-doce

. Cuidado com as carnes com muito sal, como bacalhau, carne-seca e embutidos.



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O QUE É INTOLERÂNCIA À LACTOSE?



13/03/2012

Intolerância à Lactose é o termo utilizado para pessoas que não conseguem digerir produtos lácteos (leite e seus derivados). Esta impossibilidade de digestão geralmente ocorre em pessoas que não produzem a enzima lactase ou produzem em quantidade insuficiente para realizar a digestão da lactose. A maioria das pessoas têm uma perda progressiva da capacidade de absorção da lactose que inicia-se após os primeiros anos de vida.

Embora muitas vezes usados como sinônimos, é importante estabelecer a diferença entre intolerância, alergia e sensibilidade, pois suas conseqüências podem ir de um mal-estar ao risco de vida. A alergia é uma resposta do sistema imunológico a algum componente do alimento - em geral, proteínas. A intolerância trata-se de uma reação adversa que envolve a digestão ou o metabolismo, mas não o sistema imunológico. Já a sensibilidade é uma resposta anormal, que pode provocar reação semelhante à alergia.

Há três tipos de intolerância à lactose, que são decorrentes de diferentes processos. São eles:

1) deficiência congênita da enzima;

2) diminuição enzimática secundária a doenças intestinais;

3) deficiência primária ou ontogenética.

O primeiro tipo é um defeito genético muito raro, no qual a criança nasce sem a capacidade de produzir lactase. Como o leite materno possui lactose, a criança é acometida logo após o nascimento.

O segundo tipo é bastante comum em crianças no primeiro ano de vida e ocorre devido à diarréia persistente, pois há morte das células da mucosa intestinal (produtoras de lactase). Assim, o indivíduo fica com deficiência temporária de lactase até que estas células sejam repostas.

Estatisticamente, o terceiro tipo é o mais comum na população. Com o avançar da idade, existe a tendência natural à diminuição da produção da lactase. Esse fato é mais evidente em algumas raças como a negra (até 80% dos adultos têm deficiência) e menos comum em outras, como a branca (20% dos adultos).

Os sintomas mais comuns são náusea, dores abdominais, diarréia ácida e abundante, gases e desconforto. A severidade dos sintomas depende da quantidade ingerida e da quantidade de lactose que cada pessoa pode tolerar. Em muitos casos pode ocorrer somente dor e/ou distensão abdominal, sem diarréia. Os sintomas podem levar de alguns minutos até muitas horas para aparecer. A peristaltase, ou seja o movimento muscular que empurra o alimento ao longo do estômago pode influenciar o tempo para o aparecimento dos sintomas. Apesar de os problemas não serem perigosos, eles podem ser bastante desconfortáveis.

COMO TRATAR A INTOLERÂNCIA À LACTOSE

Não existe cura para a intolerância à lactose, mas é possível tratar os sintomas limitando, ou em alguns casos, evitando produtos com leite ou derivados. Muitas pessoas conseguem ingerir leites deslactosados e outros produtos com baixo teor de lactose sem sentir os sintomas da intolerância à lactose. Com o passar do tempo e uma adaptação aos hábitos alimentares, cada pessoa pessoa aprenderá sobre quais alimentos lácteos poderá ingerir sem sentir sintomas.

Uma outra opção bastante comum é o uso de cápsulas de lactase, um suplemento alimentar que auxilia na digestão da lactose.

REPOSIÇÃO DE CÁLCIO

Uma das maiores preocupações para pessoas com intolerância à lactose é adotar uma dieta que suplemente os nutrientes encontrados no leite, principalmente o cálcio. Cerca de 70% do cálcio da alimentação humana vêm do leite e seus derivados. Por esta razão, é importante, na medida do possível, manter uma dieta com ingestão de pelo menos alguns produtos lácteos, mantendo uma quantidade que seja bem tolerada pelo seu organismo. Além disso, é importante a orientação de um nutricionista para auxiliá-lo na readequação de seus hábitos alimentares.

Seu grau de sensibilidade é que vai determinar a quantidade de lactose a ser evitada. Mas aqui vão algumas dicas que podem ajudar a minimizar os seus problemas com a lactose.

  • Dê uma chance ao iogurte - muitas pessoas intolerantes à lactose conseguem tolerar iogurtes. Iogurtes cujos rótulos dizem conter “culturas ativas” possuem bactérias não nocivas que auxiliam na digestão da lactose. O iogurte também é uma boa fonte de cálcio.
  • Beba leite achocolatado - o cálcio no leite achocolatado é tão absorvido quanto o presente no leite comum, e pode ser que você tolere leite aromatizado melhor do que leite simples.
  • Pode ser que tolere melhor queijos duros e envelhecidos como cheddar, Colby, suíço e parmesão -  estes queijos contêm pouca lactose quando comparados com leite e queijos mais pastosos porque o soro do leite, que contém a maior parte da lactose, é separado do queijo durante o processamento.
  • Experimente beber leite com as refeições -  e beba quantidades menores de leite durante o dia. Se não puder tolerar uma xícara inteira de leite de uma só vez, beba meio copo no café da manhã e a outra metade no jantar.
  • Saiba que a lactose também é encontrada em alguns medicamentos como um “ingrediente inativo” - consulte os rótulos e/ou fale com seu farmacêutico. Se houver outros medicamentos disponíveis que não contêm lactose, pense se não vale a pena fazer a troca. Mas converse com o médico primeiro, especialmente para medicamentos que devem ser tomados regularmente.
  • Alguns dos alimentos que não são laticínios podem conter lactose - entre eles estão os pães, vegetais congelados, sopas, molhos de salada, cereais, bebidas matinais, misturas para bolo e doces. Veja a lista de ingredientes desses produtos, procurando leite, sólidos de leite, soro de leite, coalhada e queijo. Todos eles são indicações de que o produto possui lactose.
  • Trate o soro do leite e o leite acidófilo da mesma maneira que o leite comum - eles contêm lactose, e ao contrário do que já pode ter ouvido, seu corpo não os tolera melhor do que o leite comum.
  • A gordura diminui a velocidade da passagem da lactose pelo sistema digestivo - ela proporciona mais tempo para que o seu corpo faça toda a digestão. Então, se tiver problemas para tolerar leite desnatado, mas não quer todas as gorduras e calorias do leite integral, experimente beber leite com quantidade reduzida de gordura.


O Espaço Nirvana, maior centro de bem-estar no Rio de Janeiro, fica localizado na Praça Santos Dumont, 31 Gávea Jockey Club do Rio de Janeiro. Entrada pela Rua Jardim Botânico Tribuna A. Telefone: (21) 21870100. Ao lado do Jardim Botânico e Lagoa, e pertinho do Leblon, Ipanema, Humaitá e Botafogo.
 

SAÚDE BUCAL: COMBATENDO O MAU HÁLITO



09/03/2012

Ele atormenta muitas pessoas há milênios. Existem relatos de tratamentos para o mau hálito desde três mil anos atrás. Até na Bíblia, no livro Gênesis, há menção de tratamentos para refrescar o hálito. Chamado também por halitose, o problema pode ser causado por váriaz razões. Para te ajudar no combate ao mau hálito, seguem informações das causas e tratamentos que você pode fazer.

Causas do mau hálito

Existe mais de quarenta causas diferentes para o mau hálito. Mais de 80% dos casos de halitose se originam na própria boca. São causados pela ação da flora bacteriana natural da nossa orofaringe sobre os alimentos que ingerimos. Possuímos mais de 600 tipos de bactérias na nossa cavidade oral, muitas delas capazes de produzir gases com odor devido à metabolização de materiais orgânicos, principalmente proteínas.

Dois pontos da cavidade oral são críticos: os dentes e a região posterior da língua, onde frequentemente ocorrem acúmulo da bactérias. O cheiro da halitose provém da produção de gases por bactérias após a metabolização de alimentos que ficam depositados nestas regiões.

Como é previsível, quanto menor for higiene bucal, mais bactérias existirão, mais detritos alimentares permanecerão na cavidade oral e mais intenso será o mau hálito. Inflamações como gengivites e periodontites, causadas por má higiene oral, também favorecem.

A saliva é uma antisséptico bucal natural. Além de possuir substâncias antibacterianas, ela ajuda no enxague da orofaringe, diminuindo os resíduos de bactérias e alimentos. Quanto mais ressecada for a boca, pior é o hálito.

A saburra lingual, ou língua saburrosa, é outra causa comum de mau hálito. Esta alteração se manifesta como uma placa esbranquiçada composta por bactérias e células descamadas que se aderem à língua. A saburra costuma surgir por falta de hidratação na cavidade oral, geralmente por falta de saliva ou por uma deficiente escovação da língua. Entre outros fatores de risco para a saburra estão dormir de boca aberta, roncar, uso de antissépticos bucais à base de álcool e uso de aparelhos ortodônticos. Escovar a língua e beber bastante água para manter a boca sempre hidratada são simples modos de diminuir a incidência da saburra e, consequentemente, do mau hálito.

Ainda na boca, outro ponto que pode dar origem ao mau hálito são as amígdalas. Um mau hálito que surge subitamente pode ser o primeiro sinal de um faringite ou amigdalite em desenvolvimento.

Os pacientes com amigdalite de repetição costumam apresentar pequenas criptas em suas amígdalas, que favorecem a deposição de alimentos e de restos celulares, formando o cáseo (ou caseum). De vez em quando pequenas “pedrinhas” extremamente mal cheirosas se soltam destas criptas levando o paciente a imaginar que o seu hálito é tão ruim quanto este odor. Na verdade, nem sempre o cáseo amigdaliano é causa de mau hálito. O fato da “pedrinha” ser mau cheirosa não significa que o hálito seja igual.

Um tipo de mau hálito extremamente comum e normalmente passageiro é aquele que ocorre ao acordarmos. Dois fatos contribuem para essa halitose:

1. Muitas pessoas dormem de boca aberta, levando a um ressecamento da boca durante a noite que, como já foi explicado anteriormente, leva ao mau hálito.

2. Porém, o fator mais importante é outro. Durante o sono, chegamos a ficar mais de 10 horas em jejum. O corpo precisa produzir energia constantemente e em períodos de jejum há pouca glicose disponível como combustível. O organismo passa então a queimar gorduras para produzir energia. A metabolização de gorduras leva à produção de corpos cetônicos, substâncias com odor forte que são eliminadas pelos pulmões. Reparem que toda vez que estamos com muita fome, ou em longos períodos de jejum, ficamos com mau hálito. Felizmente este é fácil de resolver; é só comer.

Tratamento do mau hálito

Como a grande maioria dos casos têm origem na boca, o dentista costuma ser o melhor especialista para diagnosticar e tratar a halitose. Já o otorrinolaringologista pode ser o melhor médico nos casos de mau hálito originado nas amígdalas, faringe ou nariz.

Algumas dicas podem resolver, ou pelo menos aliviar o problema:

  • Adequada higiene oral e uso frequente de fio dental.
  • Check-up dental regular.
  • Gargarejos com antissépticos orais, principalmente à noite.
  • Escovação da língua. Molhe sua escova com antissépticos orais em vez de pasta de dente (dentífrico) para limpar a língua.
  • Ingestão de líquidos para evitar desidratação e ressecamento da boca.
  • Chicletes sem açúcar aumentam a salivação e ajudam a “lavar” a boca. Cinco minutos de mastigação são suficientes.
  • Evitar álcool, café e cigarro.
  • Evitar longos períodos de jejum.
  • Alimentar-se bem no café da manhã.


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‘MIOJO MILAGROSO’: APENAS 10 CALORIAS POR EMBALAGEM



05/03/2012

Febre nos Estados Unidos, o ‘miojo milagroso’ está conquistando cada vez mais brasileiros, principalmente, as brasileiras. A massa contém uma fibra que preenche o estômago e, assim, tira a fome na hora. Uma porção de 200 gramas do alimento tem apenas 10 calorias, enquanto a mesma quantidade de espaguete possui 700 calorias.

Conhecido por diversos nomes - konjac, shirataki, itokonnyaku -, o macarrão japonês é composto por 97% de água e 3% de fibra. Não tem glúten ou carboidrato (substância que incentiva o ganho de peso).

O segredo do macarrão japonês, além da baixa taxa calórica, é a fibra chamada glucomanan, que vem da planta asiática konjac. Essa substância, ao entrar em contato com a água, se expande e cria volume no estômago, promovendo a saciedade. Uma pesquisa realizada pela Universidade Rush (EUA) confirma a ação da glucomanan na redução de peso.

Os efeitos da konjac foram objeto de diversas pesquisas - entre elas, da Universidade de Toronto (Canadá) e do Centro Médico Orebro (Suécia). Ambas atestaram que ela ajuda no controle de diabetes, colesterol e pressão.

Como o macarrão é viscoso, há relatos de problemas ao engoli-lo. Pessoas com problemas no esôfago devem evitá-lo, para não ter asfixia. Além disso, se ingerido em excesso, pode alterar níveis de insulina, formar gases, provocar náuseas e diarreia.

Como ingerir?
Você pode substituir apenas uma refeição por dia pelo macarrão, ou seja, em vez de preparar uma massa tradicional, troque-a pelo konjac. É fundamental que seja acompanhado de uma porção de salada, uma de legumes e outra de frango ou peixe.

Como preparar?
Enxágue o alimento, já que vem em uma embalagem com água. Ferva o macarrão por cerca de cinco minutos. Você pode acrescentar nele ingredientes saudáveis, como legumes e tofu (queijo de soja).

Sugestão de Receita

Ingredientes:

· 1 pacote do macarrão konjac
· 2 xícaras (chá) de creme de leite fresco light
· 4 colheres (sopa) de manteiga light
· 60 g de peito de frango cozido em cubos
· 1/4 de xícara (chá) de espinafre
· 1 colher (sopa) de cebola picada
· Sal a gosto

Modo de preparo:

Cozinhe o macarrão por um minuto. Retire a água e coloque-o em outra panela. No fogo médio, adicione a manteiga e o creme de leite e mexa até derreter. Coloque o frango, o espinafre e a cebola e continue mexendo até o espinafre murchar. Tempere com o sal e cubra com parmesão. Sirva.

 



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